É o principal pilar logístico do Brasil, movimentando entre 65% a 75% de todas as mercadorias do país.

O transporte rodoviário de cargas, Ele é vital para o abastecimento nacional, conectando centros de produção, consumo e exportação ao longo de uma malha viária de mais de 1,7 milhão de quilômetros.
O transporte rodoviário de cargas:
É a principal modalidade logística do Brasil, responsável por escoar grande parte de toda a produção nacional. Ele se destaca pela capilaridade e flexibilidade, sendo o único modelo que consegue realizar entregas diretas de “ponto a ponto” sem a necessidade de conexões com outros modais.
Principais Características e Modelos:
- Capilaridade e Agilidade: Alcança áreas remotas que ferrovias ou hidrovias não conseguem atender, garantindo rapidez nas entregas.
- Tipos de Serviço: Dividido principalmente em Carga Fracionada (pequenos volumes compartilhados) e Carga Completa / Lotação (um único cliente utiliza o veículo todo).
- Categorias de Cargas: Inclui cargas secas, refrigeradas, perigosas e a granel, exigindo adaptações nos veículos e certificações específicas.
- Frota Utilizada: Conta com uma vasta diversidade de veículos para atender diferentes volumes, desde utilitários urbanos (VUC) até carretas pesadas, bitrens e rodotrens.
Desafios e Regulação:
O setor enfrenta desafios como a precariedade das rodovias, pedágios, alto custo de manutenção e riscos de segurança. Para mitigar isso e organizar o sistema, o transporte opera sob legislações federais rigorosas — como a Lei 11.442.
A fiscalização e regulamentação nacional são conduzidas pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), que controla o Registro Nacional (RNTRC), o Piso Mínimo de Frete e o Vale-Pedágio Obrigatório.

O transporte rodoviário de cargas destaca-se por pilares fundamentais:
- Capilaridade e Flexibilidade: Diferente de ferrovias e hidrovias, as rodovias permitem o acesso a áreas remotas, conectando diretamente produtores, centros urbanos e consumidores finais.
- Menos Manuseio: Reduz a necessidade de transbordo (troca de modal), diminuindo os riscos de avarias e perdas na carga.
- Integração Econômica: Permite a circulação de matérias-primas e produtos acabados, sendo a base de sustentação para setores como o agronegócio e o varejo.
Capacidade e flexibilidade do transporte rodoviário de cargas:
Flexibilidade: Oferece alta capilaridade e é a principal escolha para o serviço “porta a porta”. Permite coletar e entregar mercadorias diretamente em áreas urbanas e rurais, adaptando-se facilmente a diferentes rotas e horários. Capacidade: Possui limitação de peso e volume por veículo em comparação aos modais ferroviário e aquaviário, o que muitas vezes exige o fracionamento de grandes lotes de
Menos manuseio no transporte rodoviário de cargas:
Se destaca por envolver menos movimentação da carga durante o trajeto se comparado a outros modais (como o ferroviário ou marítimo). Isso otimiza a operação, mas exige um manuseio inicial altamente seguro e planejado para evitar avarias, acidentes ou perdas. Impactos e Riscos do Manuseio:
Proteção das mercadorias: Uma movimentação inadequada é a principal causa de danos como trincas, quebras e amassamentos.
Regulamentação: O manuseio, armazenagem e descarga de produtos exigem atenção rigorosa, especialmente no caso de cargas perigosas, conforme o Código de Trânsito Brasileiro e diretrizes como a Norma Regulamentadora 11 (NR-11)
Saúde do trabalhador: O transporte manual de cargas é um fator de alto risco para o desenvolvimento de problemas musculoesqueléticos.
